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Internação Domiciliar: Que paradigma é esse?

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Imagine que você está enfermo e precisa de cuidados que só podem ser dispensados dentro da estrutura de um hospital. Imagine agora que você pode dispor desses mesmos cuidados fora do ambiente hospitalar, dentro do seu próprio domicílio e sob o aconchego da sua família. Imaginou? Pois é; até algum tempo atrás (10 anos?) isso não passava de um sonho, ou seja, se a doença tinha indicação de internação a única opção era o hospital.
Porém, a cada dia se constata que hospital é um dos piores locais para alguém recuperar a saúde. Aí podem argumentar... Você deve estar se referido aos hospitais públicos do SUS, superlotados, sem higiene e com atendimento precário, onde o indivíduo chega com uma doença e ganha outras.
Eu digo que não... Refiro-me a qualquer hospital. Desde o público mantido pelo pelo SUS até o hospital privado "Top de Linha", guardadas as devidas proporções! Para os micróbios, hospital é sempre hospital: Lugar onde existem organismos humanos fragilizados e utilização de medicamentos (antibióticos e quimioterápicos) que fortalecem linhagens microbianas, dando origem à entidades biológicas praticamente indestrutíveis que são os microrganismos multirresistentes.
Então, embora para alguns pareça paradoxal, à medida em que a atenção à saúde se qualifica, percebe-se que o indivíduo doente deve permanecer no hospital pelo tempo mínimo e estritamente necessário, apenas para estabilizar um quadro. Se não há risco de morte...


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SUS - Simplesmente universal!

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Qualquer cidadão brasileiro de mínima consciência política e social reconhece os avanços porque passou a saúde pública no Brasil, nos últimos vinte anos, com o advento SUS (Sistema Único de Saúde). Para ser preciso, são mais de vinte anos (1989 a 2011) de efetiva mudança de paradigma de uma política de saúde exclusivista e curativista que não nos causa a menor melancolia. Não me arrisco dizer, entretanto, que a política de saúde que vigorava até então era equivocada porque trata-se de um modelo; e um modelo é representativo da percepção hegemônica de um coletivo.
O fato é que o cidadão/cidadã que hoje está com pelo menos 35 anos de idade deve ter alguma lembrança de como era o atendimento à saúde, se voltarmos no tempo para os anos da década de 1980. Para começar, não era atendimento à saúde, e sim à doença! Toda a organização do serviço estava preparada - e muito mal preparada - para atender as pessoas com queixas clínicas, ou seja pessoas doentes. A perspectiva da ação preventiva era praticamente nula.
Mesmo assim, felizes eram os privilegiados que tinham direito a esse serviço público. Isso mesmo! O serviço não era para todos! O serviço era público, mas só podia acessá-lo quem tinha emprego formal, ou seja, quem tinha carteira de trabalho assinada, pois contribuíam compulsoriamente. As pessoas que viviam do mercado informal...


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Uso de telefone celular e risco de câncer: A polêmica continua.

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Quem nos últimos cinquenta anos não pronunciou a frase "Qualquer coisa me ligue!" que atire a primeira pedra... Para quem percebeu alguma semelhança do início desse texto com a célebre passagem bíblica retratada no livro de João 8.3-11, onde Jesus Cristo perdoou uma mulher pecadora porque a mesma era tão pecadora quantos os que a condenavam, digo que qualquer coincidência é mera semelhança.
Fazendo uma busca rápida na literatura especializada da área de telefonia, obtive a informação de que a comunicação móvel foi desenvolvida em meados de 1947 (século XX) nos EUA e que nas décadas de 70 e 80 do referido século já havia se expandido para o Japão e a Suécia que ativaram seus serviços com tecnologia própria. Ainda de acordo com as fontes que consultei, a partir da década de 1980 a telefonia celular se expandiu pelo mundo de tal forma que hoje no Brasil, em média, cada indivíduo possui dois aparelhos telefônicos. E a evolução nesse segmento não pára. A constante incorporação de novas tecnologias, o apelo da mídia e a redução de preço, tornou esse serviço extremamente capilarizado em todos os segmentos sociais. São aproximadamente 50 anos de uso efetivo e intenso desse serviço no mundo.


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Está tudo errado no Sertão!

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Historiadores argumentam que a designação "sertão" à região semi-árida do nordeste brasileiro surgiu entre os séculos XVI e XVII e é fruto da contração da palavra "Desertão", que era utilizada pelos Portugueses, durante a colonização do Brasil, para enfatizar a grande diferença climática - clima quente e seco - semelhante ao clima de deserto, observada à medida em que se afastavam do litoral. Assim, o que era inicialmente "Desertão" passou para " De Sertão", ficando "Sertão".
O movimento migratório dos nossos colonizadores para o interior do país teve motivações políticas e econômicas que não nos cabe observar nesse texto. O fato é que, atualmente, essa faixa do território brasileiro, também denominada de semi-árido, é uma região bastante povoada, de solo extremamente fértil, que padece da oferta de ...


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Regulamentar a prostituição é questão de Saúde Pública.

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A despeito da prática milenar, a prostituição é formalmente reprovada em quase todas as sociedades, sob o pretexto da “suposta degradação” que representa para as pessoas que a praticam. Quando falo em “suposta degradação” pretendo chamar a atenção para a relatividade das coisas, pois se essa prática social fosse realmente considerada degradante e pejorativa pelo conjunto predominante da sociedade não teria se perpetuado e se fortalecido ao longo de todas as fases da história da humanidade. Ou seja, pra variar, existe muita hipocrisia envolvida na discussão desse tema, assim como em outros temas como pena de morte, eutanásia, aborto e etc.


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Sua barriga está disponível para Aluguel?

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A partir do século XX, é impressionante a velocidade com que a ficção vira realidade no mundo. Tudo o que se pode imaginar é ou será realizável no futuro. Imagine qualquer coisa agora e o futuro se encarrega de dar vida à sua imaginação. 
E a sociedade evolui em todos os sentidos, quebrando barreiras e rompendo limites: No artigo intitulado "Enfim... Gestação humana in vitro!" é possível ler um texto que aborda a possibilidade de gestação em ambiente in vitro e, portanto, fora do útero. A façanha ainda  povoa o território da ficção científica, mas não é utopia. Acho que seria o ápice da revolução feminista. A mulher livre do desconforto e dos contratempos de uma gestação, podendo fazer a opção entre a gestão in vivo ou in vitro. (...)


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