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O Autor



José Francisco de Santana é Bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Sergipe e seu itinerário formativo inclui Especialização em Biossegurança Laboratorial, Especialização em Gerência de Unidades de Saúde, Especialização em Saúde Coletiva e Mestrado em Ciências da Saúde (Área de Concentração: Estudos Clínicos e Laboratoriais em Saúde). O autor se considera um inquieto em relação a algumas questões pertinentes ao mundo que nos cerca. Na sua opinião, a terra é um imenso e complexo Laboratório Natural onde todas as formas de vida, inclusive a espécie humana, são continuamente testadas e experimentadas. É pretensão do autor utilizar o espaço desse blog para socializar as suas impressões a respeito dos mistérios e das estratégias que envolvem o surgimento e a manutenção das várias formas de vida neste planeta. "Confesso que não sou ateu, mas reservo forte inclinação para o ceticismo". "São muitos os conflitos, mas tentarei ser imparcial, mesmo admitindo a impossibilidade da neutralidade".

Segundo Francisco Santana, quando se deseja comunicar algo, essa manifestação precisa estar explicita desde o início. Assim o título desse blog fornece pistas ao leitor acerca do seu autor e de suas pretensões: "Para início de conversa, gostaria de deixar claro que não considero a espécie humana (homo sapiens) a principal espécie desse planeta. Na verdade, desconheço a mais importante e a menos importante! Sendo assim, não sei se serei melhor acolhido entre os céticos ou entre os crentes, e não posso alimentar essa preocupação, sob pena de comprometer a minha isenção e imparcialidade, características que considero importantes a qualquer observador". O autor é biólogo de formação e direcionou a sua atuação profissional para a área de laboratório, com um mestrado focado em processos laboratoriais (estudos clínicos e laboratoriais). Relata que na época de graduando dissecou muito rato e muito sapo para fazer experimentos e constatações de ordem anatômica e fisiológica que hoje não gostaria de tê-los feito mas consideram que foram importantes para solidificar o seu digamos "instinto de pesquisador".

Por fim, Francisco Santana argumenta que é comum ouvirmos falar que cientista é cético e só acredita naquilo que é comprovável através do método científico. Desse modo, seguindo essa linha de raciocínio, o casamento da ciência com a religião torna-se improvável (...) será? "Confesso que não sei se a minha formação acadêmica tem alguma coisa a ver com o fato de não cultuar uma religião. Como também não sei se foi a minha inquietação juvenil em relação aos assuntos relacionados à teologia que me direcionou para a área das ciências naturais. No entanto, posso afirmar que não sou ateu, muito embora o meu imaginário de Deus talvez divirja um pouco do Deus estereotipado e difundido".

santanajfran@hotmail.com
Curriculum LATTES em http://lattes.cnpq.br/2289043427937251



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Sangue... Ninguém precisa, até precisar.

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