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Uso de telefone celular e risco de câncer: A polêmica continua.

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Quem nos últimos cinquenta anos não pronunciou a frase "Qualquer coisa me ligue!" que atire a primeira pedra... Para quem percebeu alguma semelhança do início desse texto com a célebre passagem bíblica retratada no livro de João 8.3-11, onde Jesus Cristo perdoou uma mulher pecadora porque a mesma era tão pecadora quantos os que a condenavam, digo que qualquer coincidência é mera semelhança.
Fazendo uma busca rápida na literatura especializada da área de telefonia, obtive a informação de que a comunicação móvel foi desenvolvida em meados de 1947 (século XX) nos EUA e que nas décadas de 70 e 80 do referido século já havia se expandido para o Japão e a Suécia que ativaram seus serviços com tecnologia própria. Ainda de acordo com as fontes que consultei, a partir da década de 1980 a telefonia celular se expandiu pelo mundo de tal forma que hoje no Brasil, em média, cada indivíduo possui dois aparelhos telefônicos. E a evolução nesse segmento não pára. A constante incorporação de novas tecnologias, o apelo da mídia e a redução de preço, tornou esse serviço extremamente capilarizado em todos os segmentos sociais. São aproximadamente 50 anos de uso efetivo e intenso desse serviço no mundo.
Fazer uso de telefone celular, pelo que me consta, não é pecado pois, se assim fosse, poucas pessoas teriam o direito de atirar a primeira pedra. No entanto, nos últimos dez anos, o seu uso está envolto em polêmicas e controvérsias relacionadas ao possível comprometimento patológico do tecido cerebral em função da exposição à radiação eletromagnética emitida quando do uso do aparelho telefônico. A polêmica chega ao ponto de relacionar a intensidade do uso do aparelho com o aumento do risco de desenvolvimento de câncer do cérebro.

Dúvida cruel!
Tenho por hábito dizer que entre o céu e a terra tudo é possível e concordo que a radiação eletromagnética emitida pelo aparelho celular não é recebida passivamente pelo organismo humano. Há sim uma interação celular (biológica) com as ondas emitidas pelo equipamento, o que pode ser explicado pelo princípio da Homeostase. O que me deixa inquieto em relação a tudo isso é que parece existir algum interesse pela manutenção da polêmica, pela perpetuação da dúvida. Todos os estudos publicados até então são parciais e geralmente corroboram que o cérebro humano é sensível à radiação emitida quando do uso do aparelho celular. Dispomos de testes experimentais que utilizam modelos animais, modelos estatísticos e modelos celulares (biológicos) que combinados em um estudo de seguimento são capazes de trazer respostas mais esclarecedoras sobre a dúvida. Afinal, afirmo sem receio de errar, 90% da população mundial faz uso de um equipamento (aparelho celular) cuja utilização está envolta em dúvidas quanto à segurança biológica. Ou seja, dormimos e acordamos utilizando um "aparelhinho" que PODE ou NÃO ser o gatilho para o desenvolvimento de um câncer em nossos organismos. E nos últimos anos essa possibilidade passou a ser encarada com a maior naturalidade pelas pessoas!

Veja o que foi publicado no dia 23 de fevereiro de 2011 em:



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