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Os micróbios nossos de cada dia.

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A humanidade sempre enfrentou os micróbios e provavelmente assim será, sempre! Esta frase tem uma conotação extremamente sensacionalista e precisa de reparos: Na verdade não se trata de enfrentar e sim relacionar-se. Os seres vivos, resumindo sinteticamente em animais, vegetais e micróbios, se relacionam mutuamente na natureza, em diversos níveis de complexidade. Essas relações se definem, genericamente, como harmônicas e desarmônicas e em síntese representam a tentativa de evolução genética com fins reprodutivos para a perpetuação da respectiva espécie.

Assim se afirmarmos que micróbio é sinônimo de doença estaremos certos em parte e a parte certa é extremamente pequena, se considerarmos que aproximadamente 90% das espécies microbianas catalogadas e estudadas desenvolvem com a espécie humana uma relação que poderíamos denominar harmônica. Mas não dá pra negar que micróbio simboliza doença, o que equivale dizer que a doença é um evento tão antigo quanto a própria existência humana. Os micróbios, assim como os demais seres vivos, precisam de alimento e água e para obtê-los retira-os do meio ambiente ou de outro organismo que pode ser o organismo humano. O ser humano, por sua vez, também precisa comer, consumir água e respirar. Água, ar e comida são insumos básicos para o corpo humano! No entanto se esses insumos básicos não estiverem em condições adequadas para o consumo, estarão servindo de veículo para os mais diversos seres microscópicos (micróbios), com poderes lesivos variados sobre o organismo do homem. O que fazer, então, diante desse dilema: 
  • Deixar de comer?
  • Deixar de consumir água?
  • Deixar de respirar? 
Nenhum desses insumos pode ser retirado do nosso cotidiano, pois deles dependemos a nossa sobrevivência. No entanto o desenvolvimento científico e tecnológico possibilita a investigação e o controle da qualidade do ar, da água, de alimentos crus e processados e de diversos substratos.

Nas últimas décadas, em função do processo de modernização da vida urbana, muitas doenças respiratórias – alérgicas ou infecciosas – de caráter agudo ou crônico, vêm sendo associadas com o tempo de permanência do indivíduo em ambientes climatizados, cuja qualidade biológica do ar disponibilizado é inadequada. As pessoas que rotineiramente necessitam frequentar ou permanecer nesses ambientes, invariavelmente, apresentam a “Síndrome dos Edifícios Doentes” . Esta Síndrome se caracteriza pela manifestação de sinais e sintomas, geralmente associados ao sistema respiratório que embora, aparentemente, não apresenta gravidade, pode abrir um precedente para a instalação de infecções respiratórias sérias. Vale ressaltar que no meio externo esses patógenos (micróbios) também existem, só que em quantidade bastante diluída e tolerável pelo organismo humano; o que não acontece, entretanto, em ambientes fechados e climatizados artificialmente por aparelhos de ar condicionado ou por centrais de ar condicionado, sobretudo se o ar desses ambientes não for devidamente monitorado e certificado.

Outra porta de entrada importante de patógenos no nosso organismo é o aparelho digestivo. Água e alimentos crus e processados, aparentemente inócuos, podem veicular uma grande diversidade de micróbios cujo desfecho varia, desde um simples desconforto gastro-intestinal, até infeções severas.

Mas não dá para abrir mão do conforto da vida moderna, patrocinado pelo próprio desenvolvimento da sociedade. Nesse caso, a solução é monitorar e controlar:
  • Monitorar e controlar a qualidade microbiológica do ar de interiores em ambientes climatizados.
  • Monitorar e controlar a qualidade microbiológica de águas de rios, poços, caixas d’água, piscinas, bebedouros, etc.
  • Monitorar e controlar a qualidade microbiológica de alimentos crus e/ou processados.


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