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Exame laboratorial: A qualidade tem que ser do tamanho da utilidade.

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Exames laboratoriais são relativamente caros e, com a medicina moderna, tendem a usar uma proporção cada vez maior dos recursos do sistema de saúde. Assim, o mínimo que se deve esperar é que os Laboratórios Clínicos assumam a responsabilidade de produzir resultados de exames que sejam de real utilidade para se fazer corretamente diagnóstico, prognóstico, controle terapêutico e prevenção de enfermidades.

Programas que garantam a qualidade são um caminho eficiente tanto para manter os padrões no desempenho dos laboratórios quanto para melhorar os padrões onde se faz necessário.
Assim "Garantia da Qualidade" corresponde ao conjunto de atividades planejadas e sistemáticas de uma empresa que servirão para garantir que o seu produto ou serviço atende os requisitos da qualidade. Referindo-se a um laboratório de patologia clínica, a Garantia da Qualidade engloba as atividades relacionadas com os processos pré-analíticos, analíticos e pós-analíticos.

Para garantir a qualidade de seus produtos ou serviços, uma empresa deve, então, implantar um Sistema da Qualidade aliado a um processo de Gestão da Qualidade que possa dar sustentação a todas as atividades. No caso de um laboratório clínico a finalidade é assegurar um desempenho eficiente e confiável para que sejam gerados resultados válidos que irão influenciar as decisões médicas. Sendo assim, espera-se que os seguintes aspectos do processo de trabalho recebem atenção devida:


- Controle do desempenho de todos os métodos analíticos com o objetivo de prevenir deterioração;

- Adoção de sinais de alerta para prevenir a liberação de resultados não conformes e indicar a necessidade de ações corretivas;

- Assegurar que os procedimentos de colheita, transporte, armazenamento e utilização das amostras sejam adequados;

- Maximizar os procedimentos de manutenção preventiva de equipamentos e instrumentos, de calibração e de testes de verificação propostos pelos fabricantes;

- Aperfeiçoar o desempenho metodológico com a seleção de padrões calibradores adequados;

- Padronização dos procedimentos operacionais;

- Redução das variações ligadas aos operadores através de programas de educação permanente e educação continuada em serviço.
O fato é que, um exame laboratorial só tem boa qualidade se for clinicamente relevante, ou seja, precisa ter utilidade satisfatória na prevenção e/ou no tratamento de uma doença. Sendo assim, parâmetros de qualidade que julgamos interessantes são:

- Confiabilidade, ou seja, o resultado está correto? 

- Reprodutibilidade, isto é, o mesmo resultado é obtido quando o teste é repetido? 

- Rapidez, quando o exame é rápido o bastante para se aproveitado pelo médico na prescrição do tratamento;

- Relação custo-benefício, quando o custo do exame se justifica em relação ao benefício para o paciente e a comunidade.
No entanto diversos fatores genericamente designados de "Fontes de Erro" podem afetar e comprometer a confiabilidade e a reprodutibilidade de resultados de exames laboratoriais. Esses fatores estão relacionados a equipe técnica, ambiente de trabalho, amostra clínica, materiais utilizados, métodos analíticos adotados, equipamentos utilizados, leitura e registros.

Com relação ao pessoal técnico, é fato que o desempenho está diretamente relacionado com a qualidade da educação e treinamento recebidos, além da experiência e das condições em que é realizado o trabalho.

Os fatores ambientais de trabalho guardam relação com as questões ergonômicas, de modo que um ambiente de trabalho laboratorial com falhas de iluminação e/ou ventilação, temperaturas extremas, nível excessivo de barulho ou condições de trabalho sem segurança provavelmente repercutirão negativamente nos resultados dos exames.

A qualidade da amostra clínica é crucial para o resultado do exame. Amostra mal coletada e/ou mal conservada pode colocar à perder as demais etapas do processo analítico. Sendo assim, os profissionais que coletam transportam e realizam os primeiros procedimentos com as amostras biológicas precisam de treinamento e aperfeiçoamento contínuos. A situação se reveste de maior gravidade quanto a amostra é obtida fora da área de controle do laboratório, a exemplo de postos de coleta. Nesse casos, há que se preocupar com a coleta, identificação, pré-processamento, estocagem e transporte dessa amostra até o laboratório.

A depender do tipo e do porte do laboratório, é necessária uma grande quantidade de materiais. São reagentes, produtos químicos, vidrarias, corantes, meios de cultura e até animais utilizados como cobaias. O mercado oferece uma gama enorme de opções e o laboratório precisa estar focado no seu padrão de qualidade antes de inserir qualquer material ou insumo em sua rotina analítica.

Da mesma forma que a oferta de materiais de uso laboratorial é vasta, semelhante acontece com os métodos analíticos, mas um bom estudo das opções disponíveis permite fazer a escolha por métodos qualitativos e/ou quantitativos mais confiável.

O desenvolvimento tecnológico na área de laboratório clínico é intenso e produz equipamentos analíticos cada vez mais sensíveis. As vantagens são muitas, mas a falta de manutenção, a falta de condições ambientais para a operação de equipamentos a utilização de reagentes não especificados e a manipulação por pessoal sem qualificação pode produzir resultados de baixa qualidade e sem qualquer valor clínico.

Por fim, o profissional de laboratório está constantemente realizando leituras com o uso de equipamentos (microscópios, pHmetros, termômetros, balanças analíticas, etc). A leitura apressada e a transcrição de valores faltando casas decimais é danoso para o resultado final do produto do laboratório, ou seja, o Laudo Laboratorial.

Os trabalhadores envolvidos na rotina de uma laboratório clínico têm no Controle da Qualidade a melhor política para dar confiabilidade ao produto laboratorial. Trata-se de uma obrigação para com o cliente. O Programa de Controle da Qualidade de um laboratório não deve ser encarado como uma estratégia de punição. O propósito deve ser o de criar condições para identificar as necessidades de capacitação, treinamento e aplicação de ações corretivas.



Que o Rio de Janeiro não abandone os seus drogaditos à própia sorte.

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Muitas são as explicações para a consolidação de um poder paralelo (marginal) dentro do Rio de Janeiro ao longo dos últimos trinta anos. E, em todas as teorias, a droga aparece como o principal catalisador, potencializada pela ausência do poder público nas comunidades, que órfãs se encantam com a atenção demonstrada pelos marginais, não sabendo que estariam condenadas ao domínio do medo e do terror.
Passados aproximadamente trinta anos, e não estando clara a motivação, o poder público, em uma atitude inédita de profunda articulação e entendimento organiza uma das mais brilhantes ações entre forças policiais e decide retomar para o uso público um território até então controlado e utilizado para os interesses do mal.
A ação do poder público iniciada na última semana corresponde a um verdadeiro jogo de xadrez e está longe de ser concluída. Trata-se de uma colcha de retalhos que o estado terá que costurar muito bem costurada para que os frutos dessa ação sejam perenes e não temporários.


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